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Cornell comenta sua carreira solo
23/4/2007
Enquanto se aproxima a data de lançamento do novo disco solo de Chris Cornell, Carry On, o cantor revelou os motivos de preferir trabalhar sozinho.
?Mesmo no Temple of the Dog, em que eu escrevia quase todas as músicas, ainda era sob o nome de uma banda. Eu trabalhava com outros caras de uma banda que todos conheciam?, falou em entrevista a MTV.
?Com o Euphoria Morning, o que as pessoas veriam era eu, e embora fosse apenas uma amostra das coisas que eu gostava musicalmente, não estava lá por completo. Eu pensei que as pessoas achariam, ?Isso é o que ele quer fazer o tempo todo?, o que não é verdade?, explicou.
Cornell acredita que a maturidade trouxe muitos benefícios a sua música e isso deve ser mostrado em Carry On.
?Sinto-me muito mais focado hoje do que há oito, até mesmo seis anos, e meu estilo de vida sofreu grandes mudanças?.
O cantor comentou o fim do Audioslave. ?No mundo da música, temos que ter relações, em diversos níveis, e um, eu acho, sempre será ligado aos negócios. Em termos de amizade nunca houve um problema. A idéia de um rompimento limpo só existiria se todos nós morrêssemos. Claro que há desentendimentos, mas não foi algo do tipo, ?Não podemos ficar juntos na banda porque nos odiamos?. Não foi assim. Somos todos adultos?.
?Não sou contra fazer outro tipo de colaboração, mas me saio melhor no meu próprio mundo, musicalmente falando. Não vejo nenhuma razão ou necessidade de estar em uma banda novamente. Isso foi algo que aproveitei sempre que fiz, mas o tempo que se leva para ter uma banda é um tempo que me deixará longe de fazer meus próprios discos, experimentar a música do jeito que eu sentir que devo fazer. Meu disco nem saiu ainda e eu já penso em outros que quero fazer?, contou.
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